Férias de tudo... ninguém merece! Queria estar pelo menos ensaiando para não ficar parada... quando a Vivi chegar eu vou falar com ela, ver se ela me ensaia...

 as minhas sapatilhas nunca chegam a ficar assim, sempre quebram antes...é horrivel!

 

Dom Quixote... acho que é Ana Botafogo...

Nossa eu estava lesada( com sono) hoje na aula... fiz as coisas mais ou menos...Olivia que o diga...

 

Eu, mari no meio e Vivi... (tarantella)

 

Meu pé e minha sapatilha....  quando eu estava dançando frança...

 

Meu momento ...essa dança foi Tarantella...ano passado

 

E finalmente eu e bia... que bocão o meu.... estava cansada da aula que tinha acabado....

 

Nandinha e Bia que chegou de Viçosa essa semana para dar uma ajuda pra Vivi nas aulas...Minhas ídolas do ballet...rsrs

 

É a Vivi minha professora desde sempre.... ela está em Santos e esse é um quadro dela... Bonita, né?

 

Olivia (Professorinha)de Cuba e Nandinha...

 

Gente essa é a Lala (Larissa) super secretária da Vivi

 

Galera... essa vai para a Bia que chegou de Viçosa e vai dar aula essa semana na academia....

BIA.... BEIJOS E SAUDADES!!!!!!!!!!!!!!!!

 

Attitude  bem  fraquinho o dela vcs não acham?

 

Uma bailarina do Bolshoi...  bonitona....

Poxa pararam de comentar.....
Todas as Bailarinas devem ler isso tudo!!!!!!!!!!!

Sua aula

1. O balé é exaustivo e toma muito tempo, mas também é excitante e criativo, e muitos bailarinos tornam-se totalmente dedicados à sua profissão. É um mundo muito particular. Como disse Errol Pickford, estudante da Royal Ballet School: "Uma vez que se decide fazer dança com seriedade, tem-se que trabalhar arduamente o tempo todo, mesmo nas férias".

2. Curiosidade: quando era menina, Margot Fonteyn viu, certo dia, um cartaz em que havia uma bailarina e perguntou à sua mãe que era ela. "É a Pavlova, a maior bailarina do mundo". "Então eu serei a segunda maior". Todas as pessoas que se dedicam à dança necessitam dessa confiança, embora nem todas possam chegar a ser uma primeira bailarina absoluta e presidente da Royal Academy of Dancing. Entretanto, embora possam ter consciência de que nunca ascenderão ao topo, muitas sentem ter realizado, através da dança, a maior ambição de suas vidas.

3. A vida do bailarino profissional e até mesmo do estudante exige considerável dose de auto disciplina, pois é importante que aprenda, desde cedo, a ser independente. Por exemplo, você deve procurar cuidar pessoalmente de suas roupas de treino diário e assegurar-se de que estão limpas e em bom estado de conservação.

4. Dê-se um breve momento de descontração e situe-se num estado de espírito adequado, antes de começar as aulas. Fazendo isso por si mesmo, você estará se ajudando a sentir mais confiança e segurança pessoal.

5. Uma vez iniciadas as aulas, ouça cuidadosa e atentamente, e procure memorizar o que lhe está sendo solicitado que faça. No início, é possível que você ache isso difícil, pois muitos movimentos que parecem simples precisam ser repetidos muitas vezes até serem executados com perfeição.

6. Não seja tentado a conversar com seu vizinho, pois além de não estar ouvindo as instruções de seu professor, também estará perturbando a concentração dos outros alunos.

7. O professor corrigirá seus movimentos de tempos em tempos. Procure entender onde você está errando e empenhe-se em fazê-los corretamente. Preste atenção às correções dos outros alunos; elas podem aplicar-se também ao seu caso.

8. Não existe melhor maneira de aprender a dançar do que estudar com outras pessoas que estão igualmente interessadas e motivadas a obterem êxito. Assim, você poderá julgar seu próprio progresso e comparar-se com os outros alunos. Se você tem um determinado defeito que necessita de correção, o seu professor pode pensar que aulas particulares sejam recomendáveis. De modo geral, entretanto, a aprendizagem em classe é melhor, já que as aulas particulares tendem a concentrar-se mais nos pontos fracos, o que pode levá-lo a se sentir um tanto pessimista quanto às suas chances de êxito.

9. Embora requeira um tremendo esforço, a aula de balé também deve ser divertida. Se for interessante, a música de acompanhamento pode aumentar consideravelmente o prazer das aulas de balé. Ouça a música, pois ela afetará o modo como você se expressa nos movimentos. Afinal de contas, a dança é uma arte.

10. Às vezes, você poderá sentir que não está progredindo com suficiente rapidez; porém, seja paciente e confie no seu professor. Anos de experiência ensinaram-lhe a observar o seu desenvolvimento e a decidir sobre a cadência adequada para cada aluno. Fazer coisas demais muito cedo pode ser mais prejudicial do que conter-se um pouco.

11. Um pequeno desconforto é normal numa aula de balé, mas não se submeta a um esforço exagerado, visto que, por mais que a aula seja dada com cuidado, acidentes sempre podem acontecer. Se você sentir alguma dor, informe seu professor imediatamente e proceda de acordo com suas instruções.

12. Trabalhar de maneira disciplinada não só ajudará você a conseguir muitos progressos na dança, mas também servirá de apoio em outras áreas de estudo, preparando-o, de um modo geral, para a vida no futuro.

Não significa que eu sou fraco porque eu danço
Não significa que meu "esporte" é sem importância
Eu suo e trabalho porque sou dançarino
Se eu significo algo é porque sou dançarino;
Eu trabalho até que simplesmente não possa trabalhar mais
Eu trabalho até que meus pés sangrem, e meus músculos rasguem
Os verdadeiros "atletas" trabalham até não poderem mais,
E é disso que a dança vive

 

Porque eu danço - Sarah Forney

 

Notícia!!!!!!!!!

Audição Cuballet 2005

A Cia está a procura de bailarinos para integrar o corpo de bolsistas para o próximo curso que acontece janeiro do ano que vem. A aduição acontece no Espaço Cultural Eldorado, em São Paulo, no dia 17 de outubro (17/10) às 14 horas.
Os vinte bailarinos classificados receberão o curso gratuito em janeiro e
participarão do "BALLET- DOM QUIXOTE" no Teatro Alfa.Os interessados deverão fazer sua inscrição pelo e-mail ruisitta@ig.com.br


 

nada melhor como a vida no palco apesar do que eu só apareço nele duas vezes no ano normalmente... mas vai melhorar

 salto lindo....né????

ajudem a espalhar o meu blog.... e comentem...

 

Fui no ballet e peguei o e-mail de uma galera!!!!! A aula foi ótima e às 9:30 todo mundo no msn!!!!!!! Na quarta vai ter fotos da minha galera do ballet!!!!!!Não percam até lah tem eu....

 

GALERAAAAAA......... brigadão para quem já comentou e para quem vai comentar!!!!!!!!!!! É isso aí entra e comenta!!!!!!!!! Beijocas

 

Uauuuu... 4x4 de Deborah Colker

 

Já que de arte, nessa terra não se vive, que a arte ajude a fazer viver..."

Talento, perseverança e glória

O amazonense Marcelo Mourão Gomes, 21 anos, é um dos bailarinos solistas do conceituado American Ballet Theater de Nova York. Filho de um advogado, Marcelo suou muito até chegar ao estrelato. Garoto de classe média, na infância chegou a sofrer discriminação na escola. Um professor fazia questão de frisar que não queria nenhum aluno "dobrando a mão" por ali. Isso é passado. Hoje, consagrado, ele cultiva um desejo: criar no Brasil uma escola de balé para meninos, um passo a mais para vencer os preconceitos que rondam a profissão

Não é mais possível pensar em preconceito quando se fala de homem e balé. Isso é provinciano, principalmente num país como o Brasil, onde espetáculos populares de dança, como o Carnaval do Rio e o Festival do Boi de Parintins, no Amazonas, estão cheios de homens dançando. A mídia tem um papel importante para ajudar a acabar com isso.

Por ser o país do futebol, o preconceito no Brasil é mais visível, mas precisa ser superado. Sou parte dessa virada. Pensar que antigamente mulher não podia atuar no teatro, não podia ser atriz. É a mesma coisa com bailarino. Felizmente, vivo nos tempos de hoje, em que atuar não tem sexo. Conta apenas talento, dedicação e força de vontade.

Sempre me perguntam alguma coisa sobre preconceito. Só vivi uma situação quando tinha 12 anos e estudava na 6a série no Colégio Sagrado Coração de Maria, no Rio, onde cresci. A discriminação não era dos colegas, mas do professor de Educação Física. Ele vivia repetindo que não queria 'saber de ninguém quebrando a mão'. Meus pais foram chamados pela orientadora educacional, que sugeriu me levar a um psicólogo. Eles, como sempre, não deram ouvidos e acreditaram no meu potencial.

Tudo começou porque a minha mestra Dalal Achar havia enviado uma carta à escola solicitando que eu fosse dispensado das aulas de Educação Física. Naquela época, eu ensaiava cerca de seis horas diárias o balé 'A Floresta Amazônica', em que havia um personagem especialmente criado para mim. Acabei não fazendo Educação Física na escola porque Dalal mandou outra carta para a escola, desta vez com a concordância da Secretaria de Educação. Logo depois, fui estudar nos Estados Unidos e o balé virou prioridade de vida. Eu tinha 13 anos.

Eu me interessei pela dança quando ia buscar minha irmã na aula de balé, junto com a nossa querida babá, Noêmia. Logo depois, ingressei nesse mundo fantástico. Aos 7 anos, terminei uma redação sobre o tema 'O que eu quero ser quando crescer', com a seguinte frase: 'Sei que sempre, em algum lugar do mundo, haverá uma sapatilha me esperando'. Até hoje, tenho certeza da verdade contida naquela afirmação. Meus pais contam que desde pequeno eu dançava pelo apartamento ao som de vídeos da Xuxa e da Pequena Sereia.

Não posso dizer que a minha infância foi igual a das demais crianças. Fiquei durante anos almoçando dentro do carro ou do ônibus, no intervalo entre o colégio e a academia de dança. Noêmia cuidava para que eu não chegasse atrasado. O apoio dos meus pais e de toda a minha família foi fundamental para que eu tomasse a decisão de seguir carreira.

Aos 11 anos, fui a Buenos Aires participar do meu primeiro Cuballet [curso de verão promovido por bailarinos cubanos]. A viagem só foi possível graças à ajuda financeira de uma tia querida, pois meus pais não tinham condições de assumir todas as despesas. Para financiar meus estudos, mesmo como bolsista, em um conservatório na Flórida (EUA), meus pais venderam um imóvel, em Manaus.

Nos Estados Unidos, aprendi o conceito de 'ser o melhor'. Durante os quatro anos que passei lá, fui o melhor não só na dança como, também, no curso regular da escola americana. Eles investiram em mim e me prepararam para um concurso na Suíça, onde ganhei um prêmio em dinheiro e uma bolsa de estudos para a Escola Nacional da Ópera de Paris. Mais uma vez, meus pais ajudaram a me manter na França, onde fiquei de agosto de 1996 a maio de 1997. Foi uma época difícil, mas muito promissora.

Na escola, os estrangeiros não eram muito bem-vindos. Mas, depois de algum tempo, fiz amizades. A experiência foi inesquecível. Fui bailarino solista na festa de encerramento do curso -algo inédito para um estrangeiro. Com apenas 16 anos, foi uma emoção muito grande dançar na sede da Ópera de Paris e ser elogiado pelos críticos. Todo o sacrifício começava a ser recompensado. Em seguida, fui contratado pelo American Ballet Theater. Devido às apresentações com o ABT e meus contratos como convidado especial em outras companhias, já conheço grande parte do mundo.

Moro em Nova York, em um apartamento pequeno, mas charmoso, que tem até um jardinzinho. Minha vida é muito corrida, a vida pessoal não está em primeiro plano. Apesar de me dedicar inteiramente à dança, tenho uma vida amorosa ativa e feliz. Minha namorada, Adrienne, é bailarina e também está no American Ballet Theater. Nós nos entendemos perfeitamente.
No futuro, pretendo criar uma escola de balé para meninos, além de me apresentar, com a minha própria companhia, em todo o mundo. Ver brasileiros no balé clássico não é coisa de momento."

 

Que vontade de vencer, né???? essas coisas que me motivam!!!!!!!!

Eu acho que vou passar o conteúdo do mey blogger para cá se der...
Última semana de ballet

 Nem acredito que esse ano não tem viagem pra mim para lugar nenhum... estou mooooito triste! Queria ir para Joinville, mas não daria pois minha prof. foi para Santos e pra lá minha mãe não liberou.

 

 

Eu não poderia começar um blog de forma diferente...

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